espera.
a vontade
derrama potes
e sonhos no caminho.
ela deseja.
a cama transcende
o alvoroço dos pés.
sonha outra vez.
há um pergaminho sendo descoberto
sob o vestido que ela mesma tece
de noites enquanto dorme.
ela se encontra.
Agora tudo mais inexiste,
desacontece.
o pergaminho dissolve
sob a cama que, sem cair,
engendra os pés na terra.
a ossada do momento encarnece única.
rega a terra dos corpos ungindo a sorte
entre o vinho, o suor e a surpresa.
úmidas, as saciedades ressoam.
não sabem desperdiçar do instante
sequer a compreeensão dos elos.
o doce toma a mão da madrugada
onde se guardam entre cio e silêncio,
cifrados entre a música e o segredo,
os fios de nossa história, sem nomes.
o pergaminho dissolve
sob a cama que, sem cair,
engendra os pés na terra.
a ossada do momento encarnece única.
rega a terra dos corpos ungindo a sorte
entre o vinho, o suor e a surpresa.
úmidas, as saciedades ressoam.
não sabem desperdiçar do instante
sequer a compreeensão dos elos.
o doce toma a mão da madrugada
onde se guardam entre cio e silêncio,
cifrados entre a música e o segredo,
os fios de nossa história, sem nomes.

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