Como toda noite.
Sábado, Outubro 09, 2010
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letra que não explode nem delira só enrola nós na rede; dispersa rinhando idéia: não calha a palavra, não res soa, nem bem pinta: é calor que não mata a sede... entonce não linquei(r)a! Chega e digita! rs - que por aqui, a poesia é um Estado, que emancipa: "FALAR ABSURDEZ FAZ CAUSA PARA A POESIA / EU FALO E ESCREVO EM ABSURDEZ. / ME SINTO EMANCIPADO." (manoel de barros)
3 comentários:
Porque esse passarinho tá parando de cantar? Não para não! Até eu voltei a cantarolar. Dá uma passada no meu blog de novo, design diferente... textos mais cavernosos, mas não tão bons quanto os de antes... As palavras me faltam e a imaginação criativa tb! bjo :*
Cel, é a Daiane, amiga da tati pin. Não sei se lembrar, mas te achei por aqui. A tati sempre falça dos seus textos e terei a oportunidade de fuçar agora que voltei com meu blog. :o)
Quando quiser, visite.
Beijo,
dai.
:o*!
Menos ciso, mais leite. Às vezes uma cárie não faz mal. O branco é mesmo para ser preechido; está grávido de palavras. Então poete-se, meu caro!
Grande abraço!
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